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Odebrecht Ambiental lança a campanha Juntos pela Água em prol do consumo inteligente de água no interior de São Paulo

Responsável pelo abastecimento de água em Limeira, Porto Ferreira e Santa Gertrudes, no interior de São Paulo, a Odebrecht Ambiental põe no ar a partir de hoje uma campanha com o tema "Juntos pela água", para incentivar, nesse período de extrema seca, o consumo mais inteligente de água nesses municípios.

"Nossa intenção é que o #juntospelaágua vire um movimento pelo consumo inteligente da água, para reduzir a pressão sobre nossos estoques atuais, e pela busca de alternativas para o atual sistema de abastecimento do Estado", diz Guilherme Paschoal, diretor-superintendente das concessões paulistas da Odebrecht Ambiental. "Só uma ação conjunta, que envolva governos, empresas e sobretudo cidadãos ajudará São Paulo a resolver a questão da água".

Paschoal lembra que a Odebrecht Ambiental incentivará o controle do desperdício de água inclusive junto às populações de Limeira e Porto Ferreira. Os dois municípios, apesar da estiagem que paira sobre São Paulo, não sofrem nenhuma ameaça de desabastecimento até pelo menos outubro. O caso de Santa Gertrudes é mais grave. Lá, há pouco mais de um mês, a Odebrecht Ambiental iniciou campanha para a população reduzir o consumo.

"Nós acreditamos que a água é uma questão que interessa a todos os que vivem em São Paulo, mesmo em cidades como Limeira e Porto Ferreira, que não tiveram seus serviços de água restritos pela seca", diz. Desde que o verão passado chegou e trouxe o que acabou se transformando em prolongada estiagem, a Odebrecht Ambiental começou a monitorar e a divulgar tanto as previsões sobre chuvas quanto as vazões de seus mananciais.

Além do monitoramento, a empresa intensificou suas ações contra reconhecidas causas de desperdício para garantir o abastecimento de água. As unidades apertaram o cerco às ligações irregulares, os chamados ‘gatos’, e buscaram metas ainda mais ousadas de redução de perda, inclusive em Limeira, unidade que opera com índice de perda européia - 15%, contra 37% de média no resto do Estado.

Em março, a Odebrecht Ambiental começou a suspeitar que talvez não estivesse sozinha nessa busca por manter o abastecimento normalizado e reduzir a pressão sobre os estoques de água. A empresa detectou, na concessão em Limeira, uma queda no consumo mais acentuada do que o normal para este período do ano, quando o clima fica mais ameno.

A queda se repetiu em abril e maio, despertando ainda mais a curiosidade da Odebrecht Ambiental em investigar o que estava acontecendo. Afinal, o abastecimento em Limeira não estava ameaçado, ao contrário do que ocorria na capital, não havendo razão para alarme. A única explicação plausível era que os limeirenses não estavam imunes à crise da água e, voluntariamente, estavam adotando hábitos de consumo mais controlados.

A Odebrecht Ambiental foi a campo e entrevistou em profundidade mais de uma centena de habitantes em suas áreas de concessão no interior de São Paulo. As entrevistas, que investigaram sobretudo hábitos de consumo de água e a percepção do problema da seca, confirmaram a suspeita da empresa. Ninguém, nem quem ainda não sofreu com ela, está alheio à estiagem que assola São Paulo.

"Nós estávamos fazendo à nossa parte, combatendo o desperdício, aumentando ainda mais a qualidade do serviço para enfrentar a seca, e nos demos conta que as pessoas, cada uma à sua maneira, também já estavam usando a água de forma mais consciente", conta Paschoal. "Foi desse objetivo comum que nasceu o #juntospelaagua".

Os entrevistados estavam bem informados, sobre os impactos da seca nos estoques de água do Estado, e preocupados com o futuro. Por conta própria, a maioria resolveu adotar práticas mais inteligentes de consumo no seu cotidiano. Alguns reduziram o tempo de banho. Outros estão lavando com menos frequência seus carros. Muitos passaram a usar a água que sai da máquina de lavar para limpar seus quintais e calçadas.

O Juntos pela água vai reunir num site (www.juntospelaagua.com.br) e na sua página do Facebook as informações que as unidades da Odebrecht Ambiental já divulgam normalmente para a mídia local sobre a condição dos mananciais de cada município. Nessas páginas, a população encontra ainda dicas, fáceis de compartilhar pelas redes sociais, sobre como tornar seu consumo de água mais eficiente.

E como se trata de redes sociais, a Odebrecht Ambiental espera que os habitantes de Limeira, Porto Ferreira e Santa Gertrudes utilizem a #hashtag e o site para também compartilhar seus conselhos e opiniões sobre como usar melhor a água em período de extrema seca. A empresa espera ainda que as pessoas compartilhem suas ideias por meio das redes sociais.

"Dá para consumir água sem comprometer o nosso conforto", diz Paschoal. "O desejo é que essa campanha seja encampada pela sociedade. A estiagem é séria e, por isso mesmo, todos precisamos contribuir para equilibrar a pressão sobre os nossos estoques de água. Está mais do que na hora de dar uma mão à natureza".

Limeira e Porto Ferreira continuam com o abastecimento de água normalizado. Os dois municípios captam em rios que correm em calhas largas - o Jaguari, em Limeira, e o Mogi-Guaçu, em Porto Ferreira -, que demoram mais a exibir as cicatrizes da escassez de chuvas. Mas elas já estão aparentes. O Jaguari está com sua vazão 64% abaixo do que seria normal para esta época do ano. No Mogi-Guaçu, a vazão caiu 36%. Em Santa Gertrudes a situação está atingindo níveis críticos. O município capta água no córrego Santa Gertrudes e sua capacidade de abastecimento está chegando ao limite.

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